quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Não é que eu esconda meu pior lado. Já fiz isso a vida toda...
Hoje eu o apresento todos os dias a quem realmente interessa e único que poderá me ajudar a ser melhor: Deus. 

Ivie

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Não sei bem o que senti. Mas neste processo delicado de chorar e sorrir ao mesmo tempo te busquei aqui dentro.
Mesmo de longe você ainda consegue me manter inerte de muita coisa que acontece no mundo real...
Na solidão é teu abraço que busco. A lembrança do encaixe perfeito que ele me trás me faz acalmar. Estranho!
Nos teus braços fiz minha casa e por isso é tão difícil te deixar partir, me deixar ir embora.
Uma vez você me disse que é difícil desapegar-se de pessoas. Sei o que é...Ainda me sinto grudada em você.
Promete que se me ver marcando bobeira por ai que me sequestra? Que me arrasta pra um lugar qualquer e me aperta...
Loucura.
Senti uma explosão dentro de mim, e por três segundos seguidos quis te ligar, te gritar e pedir que pelo amor de Deus não me esqueça, que não me deixe e que eu  te amo.
Covardia, né?
Ninguém no mundo inteiro me entende como você...ou ninguém consegue fazer de conta como você me compreender.
Deu saudade. O coração apertou. E como telepatia meu telefone tocou.

As palavras continuam me salvando.
Ele se deitou ao lado dela e nada fez. Não abraçou, não beijou...nem ao menos roçou os pés nos pés, sempre tão gelados pés, daquela moça.
Ela fechou os olhos e sentiu uma pequena gotícula, amarga e morna, rolar sobre seu rosto e pairar os lábios. Dormiu.
Deitados, cada um para um lado da cama. Triste, murcha, flor murcha que deserto outrora.
Um nada. Um mar de nada.
 Tudo lá fora!